Rita olhou fixamente para Esther e, cerrando os dentes, murmurou:
— Sinto muito!
Seus dedos começaram a afrouxar, enquanto Esther, desesperada, tentava se agarrar à sua mão. Ela ainda queria viver, não queria soltar, não podia. Mas, de repente, Rita colocou as mãos de Esther sobre o corrimão da ponte.
Esther ficou paralisada de surpresa, olhando incrédula para Rita.
— O destino decidirá sua sorte. Eu só posso ajudar até aqui. — Rita disse friamente.
As mãos de Esther se agarraram com firmeza ao