A capital reluzia em festa naquela noite de Dia dos Namorados. Comerciantes se esforçavam para fisgar clientes, como se quisessem engolir todos que passavam.
Esther parou diante do hotel temático, sem entrar. Espiando pelas vidraças, procurava o homem descrito por Michele, que estaria carregando umaflor azul.
Mesas repletas de casais, nenhuma flor azul à vista. Estava quase ligando para Michele quando avistou Marcelo virando a esquina e sumindo numa sala privativa do andar superior.
O que fazia