A casa está mergulhada no silêncio quando a noite finalmente cai por completo.
As luzes se apagam aos poucos, os passos diminuem, as vozes desaparecem… e tudo o que resta é aquele vazio controlado que sempre existe ali. Mas, dessa vez, o silêncio não me acalma.
Ele me pressiona.
Estou sentada na cama, olhando para o nada, sentindo o coração bater mais rápido do que deveria. O relógio na parede parece fazer questão de marcar cada segundo, como se estivesse me lembrando da decisão que eu tomei