A água sobe rápido demais.
Não é um vazamento lento.
É pressão.
É força.
O tipo de coisa que engole tudo sem pedir permissão.
Minha mão está presa à de Ares enquanto corremos pelo corredor estreito, os passos ecoando misturados aos tiros que ainda explodem atrás de nós. O som da água batendo contra o metal já começa a preencher o espaço, tornando tudo mais urgente, mais caótico.
— Mais rápido! — alguém grita atrás.
Mas eu já estou no limite.
Meu peito queima.
Minhas pernas pesam.
Mesmo assim, c