Voltamos para o loft em silêncio. Caio dirigia com os olhos presos na estrada, mas uma das mãos mantinha-se entrelaçada à minha, como se fosse um elo que nos prendia à realidade. Eu não conseguia falar. O corpo ainda tremia levemente, e o gosto metálico do medo parecia não ter saído da minha boca. Mas eu estava viva. E ele também.
Quando entramos no loft, Lana se levantou do sofá de imediato. Estava com os olhos arregalados, os ombros tensos, como se não tivesse conseguido respirar desde que