Acordei antes dele. O quarto ainda estava escuro — não havia janelas grandes por onde a luz do sol pudesse entrar e nos obrigar a levantar. Estava silencioso, e Caio dormia com o braço jogado sobre minha cintura, a respiração calma, o peito subindo e descendo devagar.
Fiquei ali por alguns minutos, só observando. Aquela tranquilidade dele — tão diferente da imagem que os outros viam — me fazia querer permanecer naquele instante por horas.
Mas meu estômago roncou antes disso.
Com cuidado,