David
O amor, quando verdadeiro, não conhece barreiras. E ali, com Lizandra nos meus braços, essa verdade se impõe com uma força esmagadora.
Ela desliza as mãos delicadas pela minha cintura, traçando meu contorno como se precisasse se certificar de que sou real, me puxando e induzindo a velocidade que deseja receber cada estocada profunda, confirma a nossa realidade, a intensidade desse momento, em que a amo, sem pressa, sem punição…
— Eu tentei, David — ela murmura, a voz embargada.
— Tentei