Mundo ficciónIniciar sesiónEmily Carter, uma estudante de Letras lutando para sustentar seu irmão em uma clínica psiquiátrica, aceita trabalhar como massagista em um clube de luta clandestino. Lá, ela conhece o enigmático Dragão, um lutador com um segredo sombrio. Descobre-se que ele é Christopher Donovan, o poderoso e implacável CEO da empresa onde ela começa a trabalhar como tradutora. Dividida entre a atração pelo lutador e o fascínio pelo CEO, Emily se vê envolvida em uma perigosa e intensa teia de emoções.
Leer másChristopher As algemas estalaram com um som nítido, prendendo os pulsos de Emily juntos acima de sua cabeça. Observei seu corpo reagir à restrição, um misto de tensão e antecipação. Sua respiração estava pesada, seu corpo completamente vulnerável, exatamente como eu queria. — Agora você vai aprender o que é estar à mercê de alguém, — sussurrei, meus lábios roçando a orelha dela, enquanto minhas mãos exploravam sua pele macia, descendo lentamente até a curva de suas costas. Sua pele arrepiava sob meu toque, e um sorriso predatório se formou nos meus lábios. Eu a virei, posicionando-a de quatro sobre a cama, as algemas a mantendo presa. Minha mão percorreu suas costas antes de desferir um tapa forte em sua bunda, o som ecoando pelo quarto. O corpo dela tremeu sob o impacto, e ela soltou um gemido abafado. — Grite o quanto quiser, — murmurei, minha voz cheia de controle. — Ninguém pode te ouvir aqui. Agarrei seu cabelo, puxando-o com força suficiente para arqueá-la, fazendo se
Christopher Cancun - México O sol já havia se posto quando eu terminei de ajustar a gravata no espelho do quarto. O reflexo do mar de Cancún ao fundo, e a brisa suave que entrava pela varanda, davam à noite uma tranquilidade quase irreal. Eu estava pronto para o baile de máscaras do hotel, uma noite reservada apenas para os convidados mais seletos. Mas, quando me virei, tudo o que eu tinha planejado para aquela noite desapareceu. Emily surgiu da porta do quarto, e por um segundo, o ar ao meu redor pareceu sumir. Ela estava deslumbrante, usando um vestido vermelho cintilante que abraçava cada curva do seu corpo. A cor destacava sua pele perfeita, e o corte do vestido era elegante, mas provocante. Seu cabelo estava solto, caindo em ondas suaves pelos ombros, e ela segurava uma máscara preta nas mãos, o brilho no olhar era de pura malícia. — Você está... — As palavras me faltaram por um instante. — Absolutamente magnífica. — consegui dizer finalmente, sem desviar os olhos dela. E
Christopher Emily lutava contra as amarras, o desespero tomando conta dela. — Daniel, por favor! — Ela implorou, as lágrimas escorrendo de seus olhos. — Deixe-me ir, me deixe... não faça isso... — Ah, querida, você não entende. — Daniel murmurou, a voz cheia de uma suavidade perversa. — Você vai assistir cada segundo. Vai ver quem realmente merece o seu amor, sua lealdade. Quem realmente vai estar de pé no final. Eu não podia mais esperar. Caleb estava lá fora, em perigo. Emily estava aqui, sofrendo. E Daniel... ele estava louco, mais louco do que eu havia imaginado. Mas se era uma luta que ele queria, então eu daria a ele exatamente isso. — Solte ela, Daniel. — falei, a voz mais firme agora. — Isso é entre nós dois. Solte-a e vamos acabar com isso de uma vez por todas. Daniel arrastou Emily até uma cadeira e a amarrou com precisão, garantindo que ela ficasse presa bem de frente para o ringue. Eu subi no ringue atrás dele, os passos ecoando pelo chão, meu corpo inteiro em
Christopher Quando cheguei ao clube de luta, a primeira coisa que percebi foi o silêncio. Um silêncio pesado, sufocante, que se infiltrava no ambiente como uma sombra. Não havia os ruídos típicos das lutas, dos gritos, das apostas. Nada. Apenas um silêncio perturbador, quebrado de vez em quando pelo som abafado de... um choro. Caleb. Meu coração apertou. Acelerei o passo, o barulho das minhas botas ressoando nas paredes de concreto. Passei pela entrada, empurrando a porta de metal com força, e assim que entrei no salão principal, o horror me atingiu como um soco no estômago. Os seguranças que eu havia deixado para proteger Emily e Caleb estavam caídos no chão, imóveis. Mortos. Eu olhei ao redor, desesperado, e então o vi. Daniel. Ele estava de pé, no centro do ringue, com um sorriso satisfeito no rosto. E lá, ao seu lado, amarrada a uma cadeira, estava Emily. Ela estava pálida, os olhos arregalados de medo, mas viva. Caleb chorava em algum canto, seu choro desesperado ecoando p





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