Henry Sanchez
Nara entra no carro e pela sua cara prevejo o discurso que planejou falar em defesa de seu pai. A observo com atenção, leve suor em sua testa escorrendo pela lateral, descendo o olhar pelo seu corpo não há nada de diferente ou fora do comum, ela suspira.
— Sabe, pode me perguntar se estou bem ou não. — resmunga.
Ela percebe as minhas intenções.
— Você está bem? — Revira os olhos, não foi no tom de deboche a minha pergunta. Analisar as pessoas é normal para mim. É assim que escolho