Na manhã seguinte, Elyssia recém havia acordado quando o silêncio do quarto foi interrompido por duas batidas suaves à porta.
“Toc, toc.”
— Entre — respondeu ela, a voz fraca, ainda sonolenta.
A porta rangeu levemente ao se abrir, revelando Amélia, que adentrou o aposento com a animação que lhe era costumeira. Executou uma reverência, e então se dirigiu às cortinas das janelas.
— Bom dia, princesa — disse alegremente, abrindo as cortinas.
— Bom dia, Amélia.
— Sir Elliot está prestes a partir. Sua alteza deseja que eu a auxilie a se trocar para que possam se despedir?
— Sim, por favor — respondeu, levantando-se — Que seja algo cômodo e ligeiro, pois não desejo fazê-lo esperar muito tempo.
Amélia curvou levemente a cabeça em assentimento e afastou-se momentaneamente, para ir buscar a troca de roupa da princesa.
Quando se viu sozinha novamente, um novo som de batidas à porta soou no quarto.
— Entre — disse Elyssia novamente, agora tomada por uma leve curiosidade.
A porta se abriu, rev