Mais tarde, nos braços dele, Luiza soluçou:
- Pai...
A voz dele estava rouca, e a garganta sentia um pouco de amargor:
- Desculpe, Lulu...
Ele sabia que suas palavras eram inadequadas, mas era tudo o que conseguia expressar. A abraçou com firmeza, apoiando o queixo em sua cabeça.
- Desculpe, não consigo te deixar ir. Me dê uma chance de me redimir...
Luiza estava meio desmaiada, mal conseguia ouvir.
No meio da noite, a febre de Luiza começou a diminuir. Ela recuperou a consciência, abriu os olh