Luiza fez uma expressão de resignação, pegou a comida das mãos dele e disse:
— Eu mesma vou comer.
Theo não respondeu nada, se sentou no sofá ao lado e ficou observando-a.
Aquela mulher despertava nele sentimentos contraditórios: amor e ódio. Mas, quando cogitava deixá-la, sentia que simplesmente não conseguia. Ele sabia que deveria se desprender, mas algo nele o impedia de soltá-la.
Depois de um momento de silêncio, ele falou:
— Luiza, podemos parar com isso, por favor?
Luiza, enqua