- Eu sei, irmão, me sinto como um peso morto, causando dificuldades para você e a cunhada com essa doença estranha...
Ela ficava cada vez mais triste enquanto falava, suas lágrimas fluíam mais abundantemente.
Miguel suspirou, pegou um lenço para ela e consolou:
- Não é culpa sua, ninguém quer ficar doente, não se preocupe tanto.
Nanda concordou com a cabeça, dizendo com tristeza:
- Miguel, você não vai me deixar, vai?
- Não vou.
Luiza desceu as escadas e ouviu a conversa dos dois.
Ela olhou p