Suas mãos ásperas amassavam sua pele alva.
Luiza franzia a testa, desconfortável.
- Miguel, me solte.
Ele se recusou a soltar, prendendo ela contra a cabeceira da cama, se colando a ela como um forno, mordendo loucamente seu pescoço.
Luiza tremia com as mordidas.
Marcas vermelhas e roxas apareciam em sua pele; ela tentava se soltar sem sucesso, pressionada contra a cama por ele.
Ele ainda vestia seu roupão, com um braço envolvendo sua cintura delgada e o outro causando tumulto em seu corpo, acen