Movo minhas pernas inquietas na cadeira, sem conseguir ficar parada. Minhas mãos soam e sinto que meu coração bate tão forte ao ponto de sair pela boca. A mão de Thamur, cobre as minhas me passando conforto, olho para ele que sorri de forma acolhedora. Ouço a porta abrir e meu olhar vai de encontro a Charlotte, que entra na sala segurando um papel na mão. A mesma se senta do outro lado da mesa, e suspira.
— Aqui está o resultado. Querem que eu abra ou preferem...
— Charlotte, chega de suspense,