Ao abrir a porta jogo minha bolsa sobre o sofá, e sento no mesmo tirando meus saltos. Logo depois de falar com Thamur, voltei para casa. Não iria ficar sentada esperando ele voltar, não sou esse tipo de mulher. Me levanto sentindo o alívio imediato em tirar os saltos. Ao erguer o olhar solto um grito fino ao ver Thamur, parado na soleira da porta da cozinha, ele me encara de forma neutra. Thamur, leva a taça que segura aos lábios, pela cor do líquido suponho ser vinho.
— O que está fazendo aqui