Abri meus olhos com pesar. Ainda sentia que deveria dormir pelo menos dez horas a mais, mas o despertador não parava de martelar nos meus ouvidos.
— Mamãe, acorda! — gritou uma vozininha ao meu lado, enquanto uma pequena pulava impaciente na cama. — Acorda! É o meu primeiro dia!
A menina repetiu, animada com o início do novo ano letivo.
— Tá bem, Mily, já vou… — falei ainda meio sonolenta, tentando parecer calma mesmo mal conseguindo manter os olhos aberto