Depois de terminar a corrida matinal, Júlia tomou banho. Ao sair do bangeiro, percebeu que uma nova suculenta rosa havia se juntado às várias plantas verdes de formatos diferentes na varanda.
Ela deu um leve toque na planta com o dedo, e a sensação macia e delicada lhe trouxe um certo alívio.
O celular na mesa vibrou. Ela viu o nome de André Barbosa.
Com curiosidade, atendeu o telefone:
— Alô? Por que está me ligando a essa hora? Aconteceu algo?
— Oi, Júlia, como você está?
— Tudo bem. E você?