MARK...
A campainha nem chegou a soar. Eu e Renato já estamos à porta, com alguns documentos em mãos. A porta está entreaberta. Estranho. Troco um olhar com Renato. Entramos.
— Victor? — chamo, a voz baixa, desconfiada.
E então o inferno explode.
Victor está no meio da sala, os olhos negros de ódio, o peito arfando como um animal prestes a atacar. Susan chora no sofá, Antony está em pé diante dela, como se fosse seu cavaleiro decadente. E Victor... ele treme. Não de medo, mas de puro e ab