Algum tempo depois que tudo parecia finalmente silencioso em casa, Sofia bateu na porta do meu quarto. A forma apressada como ela bateu já denunciava que algo importante estava acontecendo.
— Entra — eu disse.
Ela entrou e fechou a porta atrás de si, como se estivesse tentando proteger aquele momento de qualquer interrupção. O rosto dela estava vermelho, os olhos brilhando de nervosismo e as mãos inquietas, como se ela não soubesse onde colocá-las.
Antes mesmo que ela começasse a falar, eu já s