O teto branco do hospital de custódia parecia pulsar conforme a anestesia perdia o efeito. Alessandro Fiorramont abriu o único olho que lhe restava, mas a visão estava turva, manchada por um vermelho persistente. A dor era uma sinfonia ensurdecedora: o lado esquerdo de seu rosto era um vazio de agonia pura, e onde antes deveria estar sua perna direita, havia apenas o peso fantasma de um membro amputado pela gravidade do disparo de Lívia.
Ele estava algemado à cama. Do lado de fora da porta de v