Helena Duarte sabia que não podia confiar.
Mas também sabia que não podia ignorar.
A mensagem chegou no fim da tarde.
Sem número.
Sem origem.
Apenas coordenadas.
E uma frase:
“Se quer entender o topo, venha sozinha.”
Helena ficou olhando para a tela por alguns segundos.
O tipo de decisão que não permite meio-termo.
Ou você entra…
ou fica de fora para sempre.
Ela pegou a bolsa.
Desligou o computador.
E saiu.
—
O local ficava fora do centro.
Uma área industrial quase abandonada.
Galpões antigos.