A paz não chegou como euforia.
Chegou como ausência de tensão.
E isso, para Luna Santiago, foi quase estranho.
Ela acordou antes do despertador naquela manhã. A mansão estava silenciosa — não o silêncio pesado de crise, mas o silêncio comum de uma casa que voltou a respirar no próprio ritmo.
Desceu as escadas descalça, atravessando o hall iluminado pelo sol que entrava pelas janelas altas. Não havia jornalistas. Não havia ligações urgentes. Não havia notificações explosivas.
Havia normalidade.