O som se espalhou pela casa como se fosse amplificado pelos ossos da estrutura. Três batidas, um intervalo, mais três, como um código que eles ainda não sabiam decifrar, mas que o corpo de Elias reconhecia com uma clareza aterrorizante. O menino estava pálido, os lábios quase sem cor, a mão estendida, o dedo apontando para o ponto exato da parede de onde vinha o som.
“Tem alguém aí?” Luna perguntou, aproximando-se devagar, a palma da mão encostando na superfície fria. Não sentiu vibração, não s