O corredor parecia girar ao redor deles, como se a casa tivesse prendido o ar. Adrian levou Elias para o quarto do menino, fechou a porta e se ajoelhou diante dele. Luna ficou ao lado, observando a cena com o coração apertado.
Elias estava branco, sem cor, e seus olhos estavam arregalados como se ainda vissem algo que ninguém mais via. Ele respirava rápido, mas silenciosamente, como sempre.
Adrian tocou seu rosto.
— Filho… você está seguro. Estou aqui.
Mas Elias só apertou o carrinho quebrado c