O carro parou diante da entrada principal da mansão dos Holt e, antes mesmo que o motorista abrisse a porta, Frederico já vinha em passos apressados, o semblante sério demais.
— Minha menina… — disse assim que Laura desceu. — Como você está?
— Estou bem meu veinho. — disse Laura, dando um beijo no rosto do avô. — Fica calmo, não quero que o senhor passe mal.
Olga veio logo atrás, abraçando-a com cuidado, como se ela fosse de vidro.
— Meu amor, ficamos muito preocupados com você. — murmurou, seg