Rafael Ventura
As luzes de Nova York brilhavam lá fora, um emaranhado de neon e aço que contrastava violentamente com a terra vermelha de Minas Gerais. Eu, Rafael Ventura, observava o Empire State pela janela de vidro do hotel de luxo em Manhattan, segurando um copo de uísque puro. Estava exausto, mas com uma satisfação que não sentia há muito tempo.
A negociação pela égua árabe pura estava sendo uma guerra de trincheiras. Os criadores americanos eram duros, exigentes, e cada cláusula do contr