Capítulo 152– O MARTELO E A ESPADA

Rafael Ventura

O ar condicionado da sala do tribunal parecia soprar o hálito da própria morte. Eu estava sentado na cadeira dos réus, com o corpo rígido, vestindo um terno que agora me parecia uma armadura pesada demais para carregar. Ao meu lado, o Dr. Arnaldo organizava as pastas, conferindo os depoimentos e a perícia que deveria ser o nosso trunfo. Mas, para mim, nada daquilo fazia sentido.

Tudo o que eu via era o couro da bolsa da Lorena que eu ainda sentia sob as palmas das minhas mãos. T
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