Em memória de ...
Quando o último capanga caiu, o parque mergulhou em um silêncio perturbador. Miguel correu até Rafael, ajoelhando-se ao lado dele.
“Gabriel, aguente,” disse ele, pressionando a ferida com as mãos.
Gabriel tossiu, um sorriso fraco surgindo em seus lábios. “Sabia que isso ia dar errado... Mas tinha que tentar, né?”
“Você vai sair dessa,” disse Miguel, com a voz embargada.
Gabriel balançou a cabeça, segurando o braço de Miguel. “Faça valer a pena... Eles não podem ganhar.”
Com um último suspiro, G