HELOÍSA
Acordei antes do despertador começar a tocar, com o corpo pesado e uma fisgada insistente no tornozelo que me lembrou, sem delicadeza alguma, de tudo o que tinha acontecido na noite anterior. Abri os olhos devagar, encarando o teto do quarto enquanto tentava medir até onde aquela dor iria me permitir fingir normalidade.
Mancando ou não, minha primeira reação foi a rotina de sempre, levantar e ir cuidar da Kitana.
Coloquei os pés no chão com cautela, respirando fundo quando o calcanhar r