HELOÍSA
O portão da mansão Bragança se abriu diante de mim como se nada tivesse mudado… mas tudo tinha.
Meu peito apertou no mesmo instante.
Engoli em seco ao descer do carro e encarar aquela casa imponente, fria, elegante… e tão cheia de lembranças que pareciam vivas demais para serem ignoradas. Cada detalhe daquele lugar carregava um pedaço meu — risadas, momentos com Kitana, olhares… e ele.
Respirei fundo.
Eu não podia fraquejar.
Apertei a bolsa contra o corpo e caminhei até a entrada, senti