Mundo ficciónIniciar sesiónA noite caía como um véu grosso sobre a cidade. Júlia deixara o escritório mais tarde que o habitual. Estava cansada, exausta mentalmente. O rosto refletido na tela do celular mostrava olheiras e concentração. Ainda assim, recusava-se a deixar o caso esfriar — ou a si mesma vacilar.
Ela atravessava uma rua pouco iluminada no caminho para a estação de metrô, os passos ágeis e precisos como de costume. O salto ecoava nos becos e ela se mantinha alerta, como sempre. Mas algo estava errado







