Mundo de ficçãoIniciar sessãoO laboratório forense particular cheirava a álcool isopropílico e papel novo. Júlia ajustou os óculos com um gesto mecânico enquanto observava os peritos abrirem a caixa com os registros originais do acidente.
A tela exibia a sequência de imagens dos destroços. Ângulos. Distâncias. Rota de impacto. Ela já havia estudado tudo. Três vezes. Mas ali, no ambiente técnico e silencioso, tudo parecia mais frio — mais real.
— Esse laudo aqui da polícia… — começou o perito-chefe, um homem







