Mundo de ficçãoIniciar sessãoO dia estava pálido. Céu de algodão sujo, temperatura morna demais para um cemitério. Santino parou na entrada, mãos nos bolsos, boné baixo. Vinícius recuou dois passos para deixá-lo respirar — presença de guarda-costas que só se faz notar quando precisa.
Ele caminhou pelas alamedas de chão batido lendo nomes como quem procura um adversário antigo. Não vinha ali fazia anos. Não vinha porque acreditava que não devia nada a quem foi embora. Ou porque, bem no fundo, temia o que aconteceri







