O amanhecer filtrava tons de âmbar pelas frestas da cortina gasta, repousando sobre a pele nua de Damon como uma promessa silenciosa. Seus dedos desenhavam círculos preguiçosos no meu quadril enquanto o mundo lá fora, por um instante, parecia distante e sem importância. O cheiro de madeira antiga e das nossas peles entrelaçadas pairava no ar, mais denso que o próprio silêncio.
— Você bebeu o suficiente? - Minha voz saiu baixa, um sussurro hesitante, mas firme. Eu precisava saber.
Damon ergueu o