Pulsando dentro de mim como um segundo coração.
— Agora. — Azrael disse suavemente. — Chame ela. Gentilmente. Não force. *Convide*.
Respirei fundo e me abri.
A luz veio. Devagar dessa vez. Suave.
Minha pele começou a brilhar. As mãos. Os braços.
— Ótimo. — Azrael sorriu. — Agora as asas. Chame-as.
Hesitei.
— E se eu não conseguir retraí-las?
— Você vai. Porque eu vou te ensinar. — Ele tocou minhas costas. — Agora. Chame.
Fechei os olhos e *quis*.
Senti a energia se acumulando nas minhas costas.