— Era. — Ele confirmou. — Mas quando seu pai caiu, tudo mudou. E eu... eu recusei. Disse que não ia forçar alguém a me amar só porque foi decidido por outros.
— Você... você me deixou ir?
— Deixei. Porque amor deve ser escolha. Não obrigação. — Ele tocou meu rosto. — E eu queria que você tivesse isso. Liberdade. Algo que o céu nunca dá.
Lágrimas desceram pelo meu rosto.
— Obrigada. Por me libertar.
— De nada. — Ele limpou minhas lágrimas. — Mas os outros anjos... eles não pensam assim. É por is