— Era. — Ele confirmou. — Mas quando seu pai caiu, tudo mudou. E eu... eu recusei. Disse que não ia forçar alguém a me amar só porque foi decidido por outros.
— Você... você me deixou ir?
— Deixei. Porque amor deve ser escolha. Não obrigação. — Ele tocou meu rosto. — E eu queria que você tivesse isso. Liberdade. Algo que o céu nunca dá.
Lágrimas desceram pelo meu rosto.
— Obrigada. Por me libertar.
— De nada. — Ele limpou minhas lágrimas. — Mas os outros anjos... eles não pensam assim. É por isso que anjos caídos e celestiais não podem se encontrar. Porque haveria guerra. Pelo controle. Pela liberdade. Por *você*.
— Eu?
— Você é a última Nephilim conhecida. — Ele disse seriamente. — O céu vai querer te controlar. Te usar. Te forçar a voltar. E eu não vou deixar.
— Então... eu estou em perigo? Do céu também?
— Sim. Mas não enquanto eu estiver vivo. — Ele prometeu. — Eu te protejo. Sempre.
***
Dias depois, Azrael me deu uma pausa.
— Você precisa descansar. Viver. Ser uma garota normal p