Alguns dias depois, Dorian me convidou para jantar.
Não na mansão. Não com a família.
Apenas nós dois.
Ele me buscou às sete, vestindo roupas casuais mas elegantes.
— Para onde vamos? — Perguntei, entrando no carro.
— Você vai ver.
Dirigimos por quase uma hora até chegarmos a uma cidade vizinha.
Parou em frente a um restaurante pequeno, aconchegante, com luzes quentes e música suave tocando.
— É perfeito. — sussurrei.
— Espero que sim. — Ele abriu a porta para mim.
Jantamos — ou melhor, *eu* ja