Aysha.
É absurdo, patético até, como minha irmãzinha insossa consegue capturar a atenção dos outros sem fazer o menor esforço. Âmbar, essa coisinha apagada, com seu jeitinho angelical e doce, rouba olhares como se fosse por acaso. E o pior: ela nem percebe. Caminha distraída, alheia a tudo, enquanto eu, a verdadeira joia desta família, observo tudo, cada sorriso de aprovação que ela recebe como se não fosse o maior desperdício do mundo.
Eu, por outro lado, sou o que todos deveriam admirar. Alta