POV ISABELLA.
O telefone tocou quando eu ainda estava no carro, o nome de Arthur apareceu na tela iluminando o interior escuro do veículo. Não era comum ele ligar naquele horário sem motivo importante. Arthur não era impulsivo, tampouco dramático. Quando ele ligava, era porque algo realmente exigia atenção. Atendi no segundo toque, assim que ouvi a voz dele, soube. Raiva, tensão. Um peso que ele tentava controlar, mas que escapava nas pausas entre as palavras.
Arthur me contou tudo. Helena. Sof