Naquela madrugada, eu não consegui dormir.
Meu corpo estava inquieto, a mente acelerada demais. Talvez fosse a conversa com a Lena. Talvez a palavra máfia martelando na minha cabeça como algo proibido. Talvez fosse só a ausência dele, pesada demais para ser ignorada.
Mas havia outra verdade, incômoda e impossível de negar.
Eu sentia falta dele.
Não era saudade simples. Era física. Era um vazio que doía no peito, que se espalhava pelo corpo inteiro. Inquestionável. Por mais que eu tentasse ra