— Acho que… vou precisar do seu sangue, no final das contas. — Samiel está sentado no chão, a blusa de malha branca já se tornou completamente vermelha.
Meus joelhos batem de uma vez no piso frio quando quase me jogo sobre ele no chão.
— Meu Deus — minha voz sai baixa, contorcida, o pânico tomando conta de mim.
Ele ergue os olhos e me encara. Não há medo neles, só um sorriso estranho, que não combina nem um pouco com a cena à nossa volta.
— Quartzo — ele fala, ofegante. — Tiros de quartzo. E a