O tatame é frio debaixo dos meus pés descalços. O ambiente inteiro tem cheiro de borracha e suor, e é bem menos iluminado do que uma área de luta deveria ser. Samiel está na minha frente, vestindo provocação, calça de moletom preto e blusa de malha cinza.
— Você devia apanhar muito das outras crianças — abre um sorriso implicante — nunca vi ninguém tão descoordenado assim.
Eu apanhava mesmo, mas esse idiota não precisa saber que está certo.
Fecho os punhos e avanço. Samiel desvia com facilidade,