Rafael
O som do corpo de Beatriz atingindo o tatame me faz franzir a testa. Ela caiu de lado, sem nem tentar amortecer o impacto com as mãos. Por um segundo, penso que é uma estratégia, que está fingindo, tentando pegar Priscila de surpresa. Mas a imobilidade dela logo denuncia que algo está errado.
— Beatriz? — chamo, a minha voz dura, mas com uma ponta de dúvida. Ela não se mexe.
Priscila se aproxima rapidamente, largando a postura de combate.
— Bia? Ei, acorda! — diz ela, ajoelhando-se ao l