Mundo ficciónIniciar sesiónEm um mundo onde a linha entre o amor e o crime é tênue, Alan Becker, o filho mais velho da poderosa família Becker, se vê preso em um casamento arranjado com Bianca Ventura, a filha mais nova da grande família Ventura. Porém, seu coração pertence a Olívia Ventura, a irmã mais velha de Bianca, uma mulher forte e determinada que luta para manter o legado da família enquanto tenta escapar da sombra do crime. Em meio a intrigas familiares, lealdades conflitantes e um amor proibido, Alan e Olívia precisam enfrentar o mundo e descobrir se o amor pode realmente superar qualquer barreira.
Leer másA chuva da noite anterior ainda deixava marcas.O jardim estava úmido, o ar mais fresco, e um silêncio estranho pairava sobre a mansão Becker — não mais o silêncio pesado da ameaça iminente, mas um silêncio… contido. Como se todos ali estivessem evitando dizer algo que já era evidente demais.Dentro da casa, as atividades continuavam.Mas tudo parecia mais lento.Mais cuidadoso.---Olívia evitava Alan.Não de forma óbvia. Não abruptamente.Mas nos pequenos gestos.Escolhia outra sala. Chegava alguns minutos depois. Saía antes que a conversa se aprofundasse.Era sutil.Mas era intencional.E ele percebeu.Na biblioteca, enquanto folheava um relatório sem realmente ler, Alan levantou o olhar quando ouviu passos no corredor.Ela passou pela porta aberta.Não entrou.Mas hesitou.Por um segundo apenas.Foi o suficiente.— Olívia.Ela parou.Respirou fundo antes de se virar.— Sim?O tom neutro.Cuidadosamente neutro.Ele fechou o livro lentamente.— A gente precisa continuar fingindo que
A cidade já não parecia apenas tensa.Parecia vigiada.Não havia carros suspeitos estacionados por horas, nem figuras claramente ameaçadoras nas esquinas. Nada tão óbvio. Nada tão simples.Mas havia olhares demorados demais.Conversas interrompidas quando alguém se aproximava.Portas que fechavam mais rápido.E um silêncio… seletivo.---No escritório provisório montado por Eloísa, pilhas de documentos dividiam espaço com tablets, laptops e telas exibindo gráficos em constante atualização.A organização era impecável.Mas a pressão… crescente.— Três recusaram — disse Bianca, folheando uma lista. — Dois aceitaram conversar… mas só sob anonimato total.Eloísa assentiu, apoiando os dedos sobre a mesa.— Já é um começo.— Eles estão com medo — completou Bianca. — E com razão.Silêncio.Eloísa ergueu o olhar.— Medo não é o problema — disse, firme. — O problema é quando ele paralisa.Bianca sustentou o olhar por um segundo.— E se já for tarde?Eloísa não respondeu imediatamente.— Então
A cidade acordou diferente. Não havia explosões. Nem sirenes constantes. Nenhum caos visível nas ruas principais. Mas algo estava… fora do lugar. Era como se o ar estivesse mais pesado, como se cada pessoa, mesmo sem entender exatamente por quê, sentisse que algo grande havia sido revelado — e que não poderia mais ser ignorado. Na mansão Becker, o silêncio da manhã contrastava com a tempestade da noite anterior. As telas ainda estavam ligadas. Notícias rodavam sem parar. --- Olívia estava parada diante da maior delas. Braços cruzados. Postura firme. Mas os olhos… denunciavam o cansaço. Uma jornalista falava com urgência do outro lado da tela: «“— O vídeo divulgado nas últimas horas trouxe à tona uma rede internacional de operações financeiras suspeitas, ligadas a uma organização conhecida como Valhalla…”» Outro canal: «“— Autoridades de três países já confirmaram abertura de investigações preliminares…”» Outro: «“— Fontes indicam que empresários locais foram coagidos a
A névoa matinal ainda pairava sobre a mansão Becker quando as luzes se acenderam no amplo salão que agora servia de centro de comando. Pingos de chuva escorriam pelas janelas, e o leve zunido de sirenes distantes misturava-se ao som de teclas sendo pressionadas sem trégua. A guerra contra a Valhalla avançava para um novo capítulo — e cada segundo contava.Nos fundos da mansão, um porão abafado havia sido transformado num verdadeiro QG de inteligência. O cheiro de café queimado flutuava no ar, e monitores mostravam códigos que rolavam como cataratas de números.Ana franziu a testa diante da tela principal.> “450 μs de latência detectados. Entrada bloqueada.”Luís ergueu a cabeça, franzindo o cenho.— O firewall está isolando nosso túnel VPN. Se não cortarmos a fonte, vamos perder o acesso em segundos.Ana as mãos tremendo, digitou uma nova combinação de comandos:```bashsudo iptables -A INPUT -s 45.77.129.22 -j DROPopenvpn --config stealth.ovpn --cipher AES-256-CBC --remote 45.77.12





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