Marvila ouviu as palavras cruéis de Dante e sentiu uma onda de ofensa e fúria justa varrer a culpa que a dominava. Ela se levantou, encarando-o, com os olhos marejados de lágrimas de dor e indignação.
— Isso não é verdade! — ela rebateu, com a voz tremendo, mas firme.
— Você não sabe de nada sobre mim ou sobre o que eu sinto pelo seu irmão!
Dante deu um passo à frente, apontando o dedo para ela, nitidamente nervoso.
— Ah, não sabemos? Você deve estar adorando! Meu irmão à beira da morte signif