Marvila ainda enxugava discretamente as lágrimas quando murmurou, com a voz baixa e carregada de gratidão:
— Obrigada, Dom… por tudo que você está fazendo por mim e pela minha bebê. Eu não sei como vou retribuir, mas eu vou. Vou cuidar da sua casa, trabalhar para você, te fazer companhia.
— E todos os dias eu peço a Deus para te abençoar e tirar esse luto que você carrega. Você merece paz. Recomeçar.
— A sua vida, importa.
Ele respirou fundo, sentindo o coração apertar.
— Eu entendo, Marvila… m