Esse era algum dos momentos em que eu facilmente poderia acreditar que tinha, em algum lugar, algum tipo de entidade universal que estava me assistindo em alguma espécie de grande telão, e apenas com um aceninho do seu dedo fazia alguma coisa pra me ajudar.
Não, eu não estava falando de qualquer tipo de Deus. No máximo um Leprechaun, um homem baixinho e barbado vestido de verde que tem poderes de dar ou tirar a sorte quando bem entender. Quem sabe de repente, eu tinha virado seu programa favori