Celeste
A lareira está alta, iluminando tudo.
Ouço passos vindo do corredor.
Seguro o embrulho atrás do corpo.
Klaus abre a porta.
Sorrio.
— Feche os olhos.
Peço.
Ele fecha a porta, avanço.
Ele obedece.
Avanço.
— Para você.
Entregou o embrulho.
Klaus abre os olhos, pega o presente com dedos trêmulos e abre.
Sua expressão revela a supresa, e um enorme sorriso toma conta do seu rosto.
— Você encolheu.
Diz passando os dedos pela lombada do caderno de couro escuro.