O telefone de Alejandro vibrou sobre a mesa de mármore. Ele estava na sala de vigilância, os olhos vidrados nas câmeras, a mandíbula travada, quando o aviso de nova mensagem apareceu na tela. Número desconhecido.
Seu estômago revirou.
Sem hesitar, abriu o vídeo.
A imagem tremia levemente, como se estivesse sendo gravada de um celular. A iluminação era fraca, mas clara o suficiente para revelar o que ele mais temia.
— Hijo de puta… — Alejandro sussurrou, o sangue gelando nas veias.
Nat